O PERIGO DE CHEIRAR FLORES - Narrativa Verídica de Horror - Anônimo do Séc. XIX
O PERIGO DE CHEIRAR FLORES Anônimo do séc. XIX Lê-se em um jornal de Nantes: “Mlle. Amélia I... residia numa pequena casa de campo. Apaixonada pelas flores, como todas as pessoas da sua idade, pois tinha 19 anos, possuía um jardim, onde não cessava de fazer ramalhetes. Um dia, na forma do seu costume, foi ao jardim, onde o seu primeiro movimento foi colher uma rosa para a pôr na cabeça, não deixando de cheirá-la primeiro. Quer porque tenha aspirado muito forte, quer porque aproximara demasiadamente a rosa ao nariz, sentiu uma espécie de titilação, que, infelizmente para ela, não foi suficientemente forte para fazê-la espirrar — o que, segundo a declaração de seu tio, o Dr. T. I..., lhe teria salvado a vida. O fato é que ela não fez caso do incidente. Porém, alguns dias depois, queixava-se de uma violenta dor de cabeça. Começou a não poder dormir, sofrendo dores atrozes. Foram chamados mu...