METALDRACHEN - Conto de Ficção Científica e Terror - Diony Scandela
METALDRACHEN
Diony
Scandela
A vida é apenas a morte adiada.
— Arthur
Schopenhauer
E foi-lhe dado que desse fôlego à imagem da besta.
— Revelação
13:15
O local da base
secreta da Terstörer: o último bastião das ideias do führer, liderado
por Herr Engel, uma massa com obesidade mórbida. O ano era 1977 e o
lugar era um ponto da Antártida (não detectado pelos satélites). O mundo em
constante guerra e intrigas militares, com parte das grandes potências
sepultada pelos conflitos bélicos; como em um romance distópico, a década de
setenta era muito diferente daquela que observamos nos livros de História. O
ser humano se tornara paranoico, desconfiado e egoísta por causa dos conflitos
internacionais; a ciência avançava a passos largos, mas era utilizada majoritariamente
para fins militares.
O projeto
“Ressurgimento de Bestas Arianas” ou Metaldrachen havia sido concluído em
oitenta por cento, e todo o mérito ficava com a brilhante Erika Mengele,
descendente direta do próprio Joseph Mengele. Fruto de uma longa linhagem de
cientistas e estrategistas militares. Embora a Terstörer recebesse
financiamento de algumas dinastias europeias, o pagamento que ela recebia não
deixava de ser miserável. De nada serviu o maldito doutorado em Robótica e
Informática na Universidade “Wotán” de Berlim.
Em sete longos
anos conseguiram recriar, a partir de fósseis, três monstros jurássicos. Dois
anos bastaram para transcrever o ADN de um Tarbosaurus, um Baryonyx e um
Triceratops para encapsulá-los em câmaras criogênicas. Um ano para contratar os
melhores especialistas em Design Industrial, que desenharam os projetos dos
Metaldrachen. Trambolhos de titânio. Gigantescos (ultrapassavam os três metros
de altura), trariam uma nova vitória ao Novo Eixo. Era um sonho que transcendia
séculos e permanecia suspenso na gélida Antártida.
Vista por fora,
a imponente fortaleza da Terstörer parecia uma futurista nave espacial:
cinzenta, metálica e apenas visível entre a neve. As bandeiras com suásticas
esvoaçavam com força ao lado de uma enorme cabeça de Adolf Hitler. Lá ao longe,
na torre de vigilância custodiada por pelo menos quinze soldados arianos, o
obeso Engel, envolto em uma túnica branca, entoava um hino nazista. Aquele
alemão amorfo de trezentos e cinquenta quilos deslocava-se em um andador
gravitacional. Os olhos azuis injetados de ódio, mal visíveis entre a massa de
gordura facial. Quando não estava contatando tropas em pontos estratégicos do
mundo, assistia a pornografia barata em algo chamado “Internet”. Por isso puxou
uma alavanca e foi se deslocando da torre até a sala de operações da Terstörer.
Passou através dos painéis decorativos de neon, onde Hitler e Goebbels
apareciam discursando para as tropas.
Quando chegou à
cabine experimental e as comportas de vidro se abriram, buscou desdobrar seu
corpo amorfo na saudação distintiva do führer:
— Heil Hitler!
— Heil
Hitler! — respondeu a bela Erika, secamente.
— Você está
linda como a sua mãe. Aquela perfeita loira de olhos azuis… Amor de juventude,
Erika. Uma valquíria deslumbrante, de seios fartos.
Erika se
levanta da cadeira e dá uma bofetada em Engel. A massa de obesidade mal desenha
um sorriso retorcido enquanto tenta erguer um pouco o braço em meio à sua
humanidade amorfa:
— Mais
respeito, Herr Engel. Se não fosse pelo fato de você ter pago meus
estudos e ter me tornado uma das melhores servidoras do Novo Eixo, eu cortaria
sua língua e arrancaria seus olhos.
— Tente. Isso
me causaria um orgasmo celestial, Erika. Você tem amnésia ou ainda consegue se
lembrar? — Ele abriu os olhos quase desorbitados. — Não se lembra?! Varremos a
maldita União Soviética. Bum! Aquela bomba atômica no Kremlin de 700 megatons.
Depois os corpos carbonizados, fulminados como no Armagedom. Você ansiava por
mais destruição, Erika; por isso conservou em um biotraje o cérebro do nosso
führer. — Engel ergueu seus braços amorfos e gargalhou. — Esse cérebro é o que
dá energia a toda esta estrutura. Um dispositivo capaz de canalizar os
neurônios. Dar vida a todo este complexo! Salve o nosso cérebro ariano. Porque
nele podemos confiar.
Engel teve um
acesso repentino de tosse, e Erika ignorava o seu chefe. Contemplava lá
embaixo, no gigantesco anel industrial (o local de testes), onde três bestas de
titânio repousavam à espera de que lhes infundissem vida; um enorme emaranhado
de cabos emergia de suas cabeças. Recordou com certo desdém que cada
Metaldrachen possuía um cérebro judeu: três cérebros de cientistas judeus foram
extraídos deles e, com a ajuda da gaia ciência, canalizaram a energia para
implantá-los nos circuitos das bestas. Em seguida, despertou do seu transe:
— Os
Metaldrachen. Eles serão o carro de combate da nossa causa.
Engel ativou um
botão em seu andador gravitacional e imediatamente O Ocaso dos Deuses de
Richard Wagner ressoou por toda a base.
— Nossos nomes
serão escritos nos futuros livros de história, Erika. Desenharemos nossas
silhuetas no eterno retorno. Uma e outra vez seremos os guardiões invictos,
porque o tempo nos dará razão. Ainda me lembro de quando criamos aquela arma
biológica e reduzimos a América do Norte a um criadouro de cadáveres. Oh! Mein
Gott! Temos a América do Sul do nosso lado (compramos sua fidelidade com
armamentos). É questão de tempo para que nossas tropas entrem em Israel,
enquanto a África é protegida pelos filhos de Mussolini.
Aquela
obesidade andante de túnica branca e boca de porco sentiu um calafrio quando o
alarme central da Terstörer soou. Erika viu soldados correrem pelos arredores
da base. Muitos em quantidade e todos empunhando seus fuzis desintegradores.
Quem poderia ter penetrado aquela fortaleza no fim do mundo? Era espiões
israelenses. De alguma forma haviam se infiltrado e, pior ainda, quando dois
deles chegaram à cabine de comando, selaram a entrada. Engel se urinou em sua
túnica. Erika permanecia firme como um muro.
— Vocês
morrerão aqui, cães gentios.
Engel respondeu
com insultos em alemão e um dos espiões lhe deu um soco. Cercaram Erika com uma
faca afiada; em seu idioma, planejaram tentar abusar da cientista, coisa que
Erika entendeu (pois conhecia o hebraico). Viu com emoção quando tropas
nazistas chegaram à porta selada da sala de operações e, ato contínuo, a
explodiram com disparos de seus fuzis. Os judeus ameaçaram cortar a garganta de
Erika e Engel: exigiam os projetos originais dos Metaldrachen, bem como o
cérebro de Hitler. Mas eles se recusaram. Em uma ação quase impossível de
realizar, Erika Mengele ativou um detonador no bolso do seu traje e os judeus
caíram mortos no chão. Vítimas de um gás carmesim que saía da ventilação. Um
produto químico que só afetava a eles!
Os aplausos e
felicitações por parte de Engel não demoraram, unindo-se também todas as
tropas; o obeso líder aumentou ainda mais o volume da música de Wagner enquanto
mandava trazer cerveja para todos. Exceto Erika, que não bebeu, ainda
concentrada no computador que já marcava oitenta e sete por cento. Quanto mais
iria demorar? Lá fora da base, uma forte nevasca ameaçava sepultar algumas
tropas da Terstörer. Um ou outro avião espião israelense era derrubado pelas
tropas arianas; no ar respirava-se o aroma de guerra.
Erika roía as
unhas: já começavam seus ataques repentinos de ansiedade. Não conseguia pensar
com tranquilidade, então foi para o seu quarto chorar de raiva ao ver que seu
plano não saía do papel. Revisou pela quinta vez os desenhos originais e o
anexo fotográfico; três cérebros judeus conectados à base sináptica central. Um
cérebro para cada besta; um pedaço de carne com milhões de neurônios fazendo
sinapses, o que gerava uma energia capaz de se transformar no catalisador dos
Metaldrachen. “São o espírito das bestas… A alma dos novos filhos do deus Führer”,
dizia-lhe Engel no início do projeto. Foram projetos roubados de algum
desenhista criativo de ficção científica a quem fizeram desaparecer
misteriosamente.
Fez cálculos e
descobriu que faltava um ingrediente: outro cérebro para a sináptica central (o
monitor das bestas), um cérebro para guiar as bestas de titânio; amaldiçoou
três vezes a sua ignorância. Precisava apenas de mais um cérebro! Lembrou-se de
que ainda guardava o cérebro de seu avô, o “Anjo da Morte” Josef Mengele, no
congelador criogênico do seu quarto. Uma leve limpeza térmica daquela massa de
carne e estaria pronto para ser ajustado à sináptica. A partir do local onde
estava o cérebro do führer, uma cápsula criogênica direcionaria a
energia até as mentes dos Metaldrachen — assim começava uma nova era! Foi tanta
a alegria na Terstörer que Engel interrompeu seu momento secreto de assistir
pornografia para encomendar cerveja alemã para todos. E embora em poucos
segundos Erika fosse trazer a vitória final do Terceiro Reich, sabia no fundo
que aquilo era muito maior do que ideologias, bandeiras e uniformes. Maior do
que os miseráveis conceitos filosóficos humanos e as detestáveis crenças sem
fundamento; tal como seu pai previra, o triunfo ariano não viria por um homem,
mas por uma mulher.
Ali, entre o
frenesi das suásticas, das bandeiras e de todo o exército de propaganda
nazista, Erika pensava no único homem que amou, o único a quem entregou seu
corpo, sua virgindade. Uma noite, enquanto a Casa Branca incendiava e a ONU era
destruída por mísseis, na privacidade de um bunker, ela foi amada por um
supersoldado que era, ao mesmo tempo, uma amálgama genética. Criado em
laboratório com o ADN de quatro mercenários sul-americanos. A besta imparável e
assassina (talvez apelativos um pouco exagerados). Damián Damocles era seu nome
de guerra. Muitos afirmavam ver nele o rosto de um jovem Marx, embora isso
fosse apenas um mito.
Enquanto isso,
Engel estava totalmente embriagado, mas disposto a continuar assistindo à
pornografia; deslocava-se pelo corredor quase infinito da sala de controle. Seu
andador gravitacional mal conseguia sustentar os 598 quilos de massa amorfa,
escoltado por três soldados até que um deles caiu no chão. Engel parou e os
soldados ficaram em alerta. Em seguida, o precioso piso de vidro manchou-se de
sangue: o soldado caído com uma enorme navalha cravada na garganta. O líder
obeso procurou em seu mapa digital por um possível atacante. Com a rapidez de
um raio, caiu o segundo escolta; um tiro certeiro na cabeça que encharcou Engel
de sangue. De relance, observou no painel do seu andador a possível ameaça de
espiões judeus.
— Você é o
terrível monstro do imprevisto. E apesar de ser uma escória, um vil verme
imundo da resistência, vem até aqui e nos enfrenta. Você dá sentido à nossa
gesta! Veio para exterminar o nonsense da cotidianidade.
Dito isso, o
obeso Engel disparou uma cápsula que se aderiu ao braço de Damocles; logo uma
corrente elétrica imobilizou o espião em um tormento que durou alguns minutos.
No entanto, Damocles conseguiu arrancar a cápsula com uma faca.
— Deseja
libertar os Metaldrachen, frustrar mais de dez anos de criação científica… Blá,
blá, blá. Eis aqui alguém que se move por pura vontade. Bem-vindo, miserável
vítima.
O assassino da
resistência sul-americana, aquela versão do Übermensch, teve que desviar
com a rapidez do trovão de uma rajada de disparos iniciada pelo último escolta
de Engel; Damocles avançou sobre ele e conseguiu degolá-lo em um piscar de
olhos.
— A vida é
apenas a morte adiada — acrescentou enquanto se aproximava de Engel.
Este ativou o
alarme central da base e, em questão de minutos, Damocles se viu cercado por
mais dez soldados. O assassino se pôs de pé.
Erika
continuava absorta no painel do computador enquanto enormes braços robóticos
conectavam os três cérebros judeus às bestas de titânio. Também o cérebro de
Josef Mengele. Pensou em seu pai e em seu antigo amante; então começou a falar
para si mesma em tom solene:
— Este é o
legado dos meus ancestrais: caos, violência, tempestade, forças contínuas e
vontade de poder. Expansão do domínio.
Retirou o
jaleco de laboratório, deixando à mostra um ajustado traje de látex que
realçava seu corpo espetacular; então golpeou com força o botão de PODER e um
resplendor cegante invadiu toda a base: haviam nascido os Metaldrachen. Toda a
câmara de contenção, a estrutura metálica e os alicerces da Terstörer começaram
a colapsar em uma sequência de destruição que (surpreendentemente) se executava
com lentidão. A cientista foi se abrigar em uma esfera indestrutível de
emergência enquanto via em seu radar de mão que o espião estava na base. Os
fragmentos do teto caíram até matar alguns nazistas.
Enquanto isso,
o assassino da resistência sul-americana terminava de arrastar o corpo sem vida
de Herr Engel com a ajuda do andador gravitacional; havia lhe rasgado a
garganta com um golpe certeiro e a ferida deixara uma fonte de sangue no piso
de vidro. Damián Damocles checou seu relógio para contatar seus superiores na
Ilha de Páscoa: não havia transmissão. Então soou o alarme central: alguém
havia ativado o projeto! As bestas arianas haviam despertado… Ele tinha
presente que tudo era parte da imaterial e imanente força destrutiva, aquela
máxima que (segundo ele e Schopenhauer) regia todo o universo: a vontade. Que
somos escravos dessa força impessoal; Damocles costumava repetir para si mesmo
que “a vida é apenas a morte adiada”. Em sua frenética e já acelerada vida, fez
do filósofo Schopenhauer o seu mentor. Agora, com o alarme ativado, o teto da
base desabava e o piso de vidro começava a tremer. O estrondo foi como um sismo
impregnado pelos anseios de domínio e expansão. Produto final das ideias de Erika
Mengele e Engel. O führer ressuscitava das ruínas da história!
O primeiro
Metaldrachen, uma besta bípede de mais de três metros de altura, erguia-se em
direção à superfície dando passos gigantescos; sua ascensão provocou a
destruição da imensa torre da Terstörer. As horríveis mandíbulas metálicas
abertas e os olhos carmesim brilhavam com intensidade ao lado da suástica
entalhada no peito de metal. A segunda besta era uma máquina jurássica de três
chifres. Pisoteava de forma selvagem os soldados nazistas, e quando dois aviões
israelenses se aproximaram, a besta disparou dois projéteis e os derrubou no
ato; em um momento final, abalroou as colunas da base até que metade da
estrutura desabou. Também foi atingida a cabeça metálica de Hitler que adornava
a entrada. Damocles testemunhou essa destruição e soube que o plano tinha ido
para o espaço. Correu para onde estava a sináptica central: a ideia era
desconectar o cérebro de Josef Mengele, o motor que guiava os Metaldrachen. Só
assim evitaria uma destruição em escala massiva! Lutando contra o caos, entre
cadáveres deformados, esmagados e poças de sangue. Finalmente chegou até a
enorme cápsula que desprendia energia invisível para os Metaldrachen; sacou sua
pistola desintegradora e destruiu a massa de carne.
Um fragmento de
concreto quase o esmagou, mas Damocles se desviou. Em seguida, três rugidos
ecoaram por toda a área. As bestas estavam sem leme, soltas na intempérie
antártica. Já não eram guiadas pelo domínio nazista! No entanto, o assassino
ainda precisava destruir as bestas, por isso foi em busca do seu arsenal quando
sentiu algo pungente se cravar em seu estômago; algo tão rápido e fugaz quanto
um relâmpago. Sua boca aberta, sua mente não concebia uma forma de morrer tão
estúpida. Erika Mengele, com uma enorme adaga nazista (herdada de seu pai),
atravessava o estômago do espião. Ele caiu de joelhos e a atacante se curvou
para beijá-lo apaixonadamente:
— Não me culpe,
querido. As ideologias, os emblemas e uniformes são apenas amostras da
miserável condição humana. Eu busco algo mais vital do que aquilo que Engel e a
Terstörer buscavam: fazer a minha vontade no caos!
Damocles cuspiu
sangue em sua antiga amante enquanto se lembrava da vez em que fizeram amor em
uma noite em que a América do Norte caía sob as bombas nazistas. Caiu no chão e
finalmente expirou. Erika o chorou em seus braços, amaldiçoando o mundo em que vivia;
depois, o gelo do terreno começou a sofrer com os passos pesados dos
Metaldrachen e no céu voavam novamente aviões israelenses; as bestas acionaram
seus canhões para derrubá-los em terra.
Erika Mengele
observou as bandeiras com suásticas no chão, os velhos quadros de Hitler,
Goebbels e Engel. Em uma tela de televisão avariada, um jornalista noticiava
que a América do Sul fora arrasada por uma bomba atômica. “A vida é apenas a
morte adiada”. Olhou para o cérebro de energia que dava vida aos Metaldrachen
(e anteriormente à Terstörer) e depois o guardou em uma maleta criogênica. Eis
a mente de Hitler. Quando se dispunha a escapar em um monomotor de emergência,
uma das bestas a esmagou até transformá-la em uma pasta; apenas a maleta
criogênica foi salva pelo Triceratops. Em seguida, a outra besta de titânio, o
Tarbosaurus, terminou de pulverizar o cadáver de Erika até reduzir os ossos e o
sangue a uma mancha no gelo.
Agora, sem o
cérebro central, sem a mente guia de Josef Mengele, os Metaldrachen iniciavam
seu reinado em um mundo de cinzas. Com inteligência própria e anseios de poder,
abandonaram aquele lugar de escombros; aquela absurda luta de ideias e símbolos
para instaurar uma nova era. A era das bestas! A era dos Metaldrachen…
*
Três dias
depois, naquele desolado lugar que uma vez fora a Terstörer, pequenos
fragmentos de carne entraram em contato com um estranho líquido criogênico onde
anteriormente estava guardado o cérebro do führer. A massa de carne foi se
arrastando pelo gelo duro e acoplou-se na cabeça de um cadáver congelado. O
corpo sem vida de Damián Damocles viu-se fortalecido pelo líquido criogênico. O
cérebro acoplou-se à cabeça do agora revivido espião. E ele se foi, caminhando
a passo firme em direção à América do Sul, enquanto assobiava O Ocaso dos Deuses de Wagner.
Ilustrações:
PS/Craiyon e PS/Perchance.
Diony Scandela. Escritor
amador nascido na Venezuela, em 3 de julho de 1993. Iniciou-se formalmente na
escrita com o romance "Perros de la Prehistoria", é autor de vários
contos e relatos, sendo os mais conhecidos "Zorobabel",
"Alienación", "La abominación desoladora" e "Al Dios
no conocido"; reconhece em seus trabalhos influências de Jorge Luis
Borges, Edgar Allan Poe, Horacio Quiroga e Dan Brown. Cristão convicto, é
leitor fiel da Bíblia. Atualmente dirige a Revista Paladín, um fanzine dedicado
à literatura de gênero.


Comentários
Postar um comentário